(s/ título)
Ninguém, nunca, jamais todavia de fina e doce extracção, dulcíssima, edulcorada por fofas almofadas de conforto terreno, mimos de pastel e bolos, criados de linda libré e outras luxesas. O facto, permanece, como ontem - e há quem diga, sempre - se, nem por isso, cresceu feliz em meio às sedas e veludos e cetins, antes por desafortunado contrário, um desamor em desapego a tudo e a todos, e quantos foram a cruzar-se por ínvios ou rectos caminhos não mais do que uma olhadela, fortuita e discreta. Não julguem, meus caros, que é benção, riquezas e fleuma mas ominosa e triste maldição de ser assim e percorrer o mundo, embora sem vontade, à procura d'alor. ![]() ![]() |
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