(s/ título)
de que me serve viver senão para ler? das coisas do mundo e dos homens nada - ou quasi nada - me interessa. são paixões e paixonetas que passam e mudam como o rio, torrente caudalosa ou fio d'água fino d'esguio, tudo se'scoa sem rasto na memória. mas as palavras, as palavras ficam, minha gente, e hão d'estar vivas, rebrilhantes de nóveis sentidos, quando tu e eu e todos formos pó ou inda menos. ![]() ![]() |
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