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Licanor, o fausto. Na modorra, apascentando o sono, os arrás dançam contigo.
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Na longa e dura noite, insone e grave a majestade, desditosa a meretriz, a vigília da coruja. Que descanse a cotovia.
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Assim se repita tal assembleia. Enquanto ela durar sobreviverá o mundo.
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Penumbra e fauna modesta, uma ilha d'esplendor. Não a banha qualquer mar. Fumai o narguilé com ópios d'outros tempos.
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Noctis e teia, virgo et lua. Aquele era pastor do nada. As fontes, por isso, secaram.
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Aquilo que é mais efémero melhor toca a face da eternidade. O porquê desse improvável amplexo preencheu a vida de tão estranha raça.
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s/ título
Tempos houve em que ainda pouco era. Apenas os elementos jogavam.
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