Noves Fora
Nada s'explica ou justifica, os sonhos vão e vêm e tornam ao nada d’onde vieram, e assí hemos andando, desde o primeiro princípio ao último fim ou - como dizem alguns - dos primeiros fins, às arrecuas, até aos últimos princípios. Tudo é um, e a ele pertencemos, por muito que nos custe. Partículas ínfimas de pó condenadas ao seu purulento destino, em réstea do pouco tempo que logramos ao tempo furtar. E, conquanto o sopro sempre s'escoe, se fica um precipitado, um quantum que teima em ser, será d'opalina phantasia n'aritmética da Creação. ![]() ![]() |
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