(s/ título)
Amádis, constante, feltro e espuma, doce alor de Primavera; essa falsa modéstia, razão e presença, do delicado ténebro toque, fantasia d'oxalá, que bem-me-quer, asinha a fulgente, d'ouro albialada em crepe e de véu. Qualquer, da ossatura, relembrança de ricto, funesto e pertinaz, dai tudo ao pó, adumbrando o canto, a voz maviosa permanece em toada, sim, mas quieta, imota como cipreste. ![]() ![]() |
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