(s/ título)
De sauve sentir nunca &, já sem espera, me dizem que era de prever e porque não? Onde s'acoita a suavidade nest'aspereza instante, que acertar (no que seja e pra que veja) não é comigo. Não é, foi ou será, acrescenta unissonamente quem m'escuta. Queres, ademais, ser alguém? Tu que não vives nem és, almejas a ser, e não qualquer coisa, ou pedra ou escopro mas gente de própria e altiva figura. Falar e dizer, opinativo, isto fica, isto vai. Menos que chuva és, gota evanescente, sopro de brisa de mar, mal se sente e se não vê. Onde o lugar neste mundo? ![]() ![]() |
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