(s/ título)
D'esostérica catadura, toda ela em desmesura, um Dragão de Singapura. E destrói toda a ternura, quando fere já não há cura. Fuge, fuge, vem aí qu'inda agora eu o vi. Vem com pressa de matar, vem tão lesto, é mau sinal, que ninguém há d'escapar. Pois, é com calma que vos digo: ficai em paz com voss'alma, contra este mal não há abrigo. ![]() ![]() |
0 Commentários:
Enviar um comentário
<< Voltar