O Protegido
Se valia, noite e dia, tanta preocupação? Do cantar da cotovia até à hora do leão, era uma a gritaria, uma gran consumição.
«Ai meu rico, rico menino, só dás trabalhos, és tão estouvado e não aprendes a lição.» Bem, na vida, é ser sereno, avisado e prudente. Que os prigos são mais que muitos e não se deve ser indolente. Que será de ti meu petiz, quando nós desaparecermos? Sem dinheiro e sem trabalho, a viveres em sítios ermos. Sem ninguém, só, desvalido, pois não é à toa, que te chamam «O Protegido». ![]() ![]() |
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