(s/ título)
Julgais que sou louco mas tudo são fulgurações. Nesta vasta esfera, imota, de água primeva, onde o centro é qualquer lugar pois que a sua circunferência é infinita, não obstante, tudo flui com um suave e ininteligível propósito. Contemplando o nada viverei por evos ciente de que sou imagem de mim próprio. Ousam a isto chamar demência, quando demente é quem não vê, quem não vê porque ver não quer e se compraz em apodar de insano quem, na verdade, enxerga. ![]() ![]() |
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