(s/ título)
Senhores! A volúpia das palavras. Onde? No Circo Hermenêutico em que lá canta estrídula a voz da boçalidade e piano, pianíssimo, o silêncio sábio do sábio. Não gritai, pois, comigo tudo é vulgar e requentado. Faço também malabarismos, dou-me ares de purismos, com penachos e chimfrim. E mesmo isto que vos digo é fruto do meu dislate, propensão pró disparate. Invenção (que fui m'ouvindo). Peço, porém, um favor: imaginai que aquilo que vou calando é da melhor poesia, erudição refinada como torta bem-assada, feita por mão de fada em cozinha mais asseada. ![]() ![]() |
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