(s/ título)
De repente, o sorriso da serpente. Puro e franco e vasto de promessa vã - não, não tenhas pressa - vai penetrando nesses olhos transiderais que fixam (transfixando) mortais. Perpassa a carne aquecendo o cerne, o semblante benfazejo daquele bífido, sibilante irmã da tenebrosa ceifeira.
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