(s/ título)
tudo são ruínas, tudo. os viventes, dolentes, respirantes, aspirantes a algo de bom, imaculado e puro, são cadáveres sem o saberem, não de uma morte próxima ou distante, num difuso porvir, outrossim, no aqui e agora do instante momento. mas não só cadáveres, essas gentes, porém daqueles já apodrecidos, carcomidos, verde gasto, em festim de vermes falecidos. ![]() ![]() |
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