(s/ título)
Sempre em passo hei andado, Orguna. Sempre em espera, fora eu outro e tal não seria, mas vós, cuja palavra é lei, sabeis isso melhor que ninguém. Nem seja preciso vos contar, calculo que bastaria um vosso olhar para lobrigardes meus infortúnios. Toda a sapiência vos pertence, também o conselho e a vidência do que há de ser. Pois, se vos for permitido, que desvendar o porvir não é coisa de pouca monta, dizei o rumo que hei de levar, Orguna Silomata, Silomatinha. ![]() ![]() |
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