Civitas
Curioso, o desquite, que acomete o ouvinte, entre o fluxo do pensar e a força do tanto sonhar. Com verduras verdejantes, suaves, aliciantes, ante o peso do betão, cavernoso cancro... do pulmão. Da cidade aberta, da vida desperta, livre. Onde vivemos, Jesú Senhor, parece um Reino d'Estupor. Não há lugar pra meditar, escrever versos d'alindar, a alma e o corpo, que das simbioses, há muito que passou o tempo delas.
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